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	<description>Jornalismo e nerdismo, um ao lado do outro!</description>
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		<title>Pela primeira e última vez no Brasil, Theatre of Tragedy</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 16:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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		<category><![CDATA[Gothic Metal]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste último domingo, dia 27, a banda norueguesa Theatre of Tragedy veio ao Brasil para o grand finale de uma carreira de dezessete anos compilados em um show de quase duas horas. O Carioca Club, não tão preenchido de fãs de um dos ícones do Gothic Metal, recebeu os espectadores antes mesmo do horário programado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=96&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 266px"><a href="http://www.flickr.com/photos/borelli/4741162428/"><img title="Nell Sigland, foto de Sérgio Borelli" src="http://farm5.static.flickr.com/4143/4741162428_5d5a6f41bf_z.jpg" alt="" width="256" height="384" /></a><p class="wp-caption-text">Nell Sigland, foto de Sérgio Borelli</p></div>
<p>Neste último domingo, dia 27, a banda norueguesa Theatre of Tragedy veio ao Brasil para o <em>grand finale</em> de uma carreira de dezessete anos compilados em um show de quase duas horas. O Carioca Club, não tão preenchido de fãs de um dos ícones do Gothic Metal, recebeu os espectadores antes mesmo do horário programado para a abertura dos portões.</p>
<p>Perto das 19 horas, a banda goiana Volúpia de Baco subiu ao palco para abrir uma noite marcada por grupos de metal com vocal duplo: uma mulher e um homem. O nervosismo e timidez dos integrantes deixou a apresentação um pouco a desejar, mas as músicas finais, com mais fôlego nos acordes melhor familiarizou a platéia às composições próprias. Já o segundo grupo de abertura, o paulistano Ravenland, apresentou músicas do recente CD  “…And a Crow Brings me Back”, que foi entregue de brinde na compra do ingresso. As músicas “Soulmoon” e “Nas Asas do Corvo” foram bem acompanhadas em coro incentivado pelo vocalista Dewindson. O único problema foi técnico, já que houve uma falha no microfone de Camilla.</p>
<p><strong>Relembrando</strong></p>
<p><strong> </strong>Às 21h30, as cortinas voltaram a se abrir, trazendo à vista não mais uma banda de abertura, mas a atração principal. Já estavam em posição Erik Torp (baixo), Frank Claussen (guitarra), Vegard K. Thorsen (guitarra), Hein Frode Hansen (bateria), Lorentz Aspen (teclado) – os dois últimos sendo os únicos instrumentistas fiéis à formação de 1993. Pouco depois, Raymond István Rohonyi (vocalista) entrou sozinho no palco, oferecendo um sorriso tímido que se desembaraçaria ao longo do show. Nell Sigland, cantora que bem preencheu o vácuo deixado pela demissão de Liv Kristine, chegou logo depois, demonstrando a delicadeza de uma banda essencialmente formada por homens.</p>
<p>A primeira música, “Hide and Seek”, trouxe uma amostra do single Deadland, lançado no ano passado. O ânimo chegou mesmo em “Lorelei”, que levou Raymond e Nell para a parte mais baixa do palco. Não só interagiam com a platéia mais próxima como também ofereciam a mão àqueles que não deixaram de estendê-la durante a noite. A surpresa veio com “A Rose for the Dead”, que levantou comentários de exaltação por parte da platéia. A partir dai, a idéia de que Nell é tão boa cantora quanto Liv tornou-se indubitável. Outras músicas que animaram a platéia foram “Storm” e “Cassandra”.</p>
<p><strong>A despedida</strong></p>
<p><strong> </strong>Sem muito conversar com os fãs, Raymond e Nell se limitaram aos agradecimentos, arriscando fazê-los em português vez ou outra. Após uma breve saída, o encore trouxe “Machine”, que foi fortemente acompanhada pela platéia – durante os intervalos de outras músicas, já se ouvia os pedidos por ela. Mais uma vez, Raymond e Nell interagiam entre si, contudo, além de se entreolharem enquanto cantavam, o vocalista resolveu aproveitar a empolgação da cantora para deixar a mão escorregar por seu quadril. Um meio sorriso bastante tímido foi a resposta dela.</p>
<p>Tendo prometido como última canção da noite “Der Tanz Der Schatten”, as cortinas se fecharam ao seu fim e as luzes parcialmente se acenderam. Algumas pessoas entenderam aquilo como um adeus, porém, poucos minutos depois, Nell voltou ao palco acompanhada do tecladista Lorentz. A vocalista agradeceu à equipe de produção e aos presentes naquela despedida, justificando que, afinal, tudo termina. Assim, ela anunciou “Forever is the World”, desfazendo as esperanças de quem acreditava que os dois fariam dueto para “…A distance there is”, que, inclusive, fez falta.</p>
<p>Apesar de o show ter sido equilibrado, no sentido de bastantes exemplos de composições feitas ao longo da carreira, nenhuma música do álbum “Assembly”, que marca a fase industrial do Theatre of Tragedy, foi tocada.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cultureftw.wordpress.com/2010/06/28/pela-primeira-e-ultima-vez-no-brasil-theatre-of-tragedy/"><img src="http://img.youtube.com/vi/-UyCIvuD_24/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>SETLIST</strong></p>
<p style="text-align:center;">1. Hide And Seek<br />
2. Bring Forth Ye Shadow<br />
3. Lorelei<br />
4. Frozen<br />
5. Ashes And Dreams<br />
6. A Rose For The Dead<br />
7. Fragment<br />
8. And When He Falleth<br />
9. Venus<br />
10. Hollow<br />
11. Storm<br />
12. Image<br />
13. Cassandra<br />
14. A Hamlet For A Slothful Vassal<br />
15. Fade<br />
Encore:<br />
16. Machine<br />
17. Der Tanz Der Schatten<br />
18. Forever Is The World</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/96/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=96&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>História do Rock</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 13:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Programa de rádio publicado em 2009, na Web Rádio do Centro Cultural São Paulo</p>
<p>http://www.radioccsp.net/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=576&#038;Itemid=35</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/94/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=94&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A is for absolute</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 00:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[carioca club]]></category>
		<category><![CDATA[deathstars]]></category>
		<category><![CDATA[industrial]]></category>

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		<description><![CDATA[Deathstars esbanja energia em sua primeira vinda ao Brasil Foto de Alexandre Cardoso Os trinta minutos de atraso foram mal disfarçados por uma tela a projetar o canal Cartoon Network ao som de uma playlist com direito a Rammstein e Zeromancer. Silenciosos, os fãs da banda sueca Deathstars, sem contemplar show de abertura, só reclamaram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=90&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deathstars esbanja energia em sua primeira vinda ao Brasil</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4018/4656594637_14643d9e13.jpg" alt="IMG_1888 by Alexandre Cardoso." width="500" height="333" />Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_allfotos/4656594637/" target="_blank">Alexandre Cardoso</a></p>
<p>Os trinta minutos de atraso foram mal disfarçados por uma tela a  projetar o canal Cartoon Network ao som de uma playlist com direito a  Rammstein e Zeromancer. Silenciosos, os fãs da banda sueca Deathstars,  sem contemplar show de abertura, só reclamaram a demora depois de o som  parar e dar a entender que os cinco músicos – Whiplasher Bernadotte  (vocal), Skinny Disco (baixo e vocal de apoio), Nightmare Industries  (guitarra), Cat Casino (guitarra) e Bone W. Machine (bateria) –  finalmente subiriam ao palco na noite do dia 30 de maio.</p>
<p>Simples, a montagem do show contou apenas com a iluminação do Carioca  Club, uma bandeira com o símbolo da banda, instrumentos de corda e  percussão – o teclado, tocado por Nightmare, foi inserido como gravação.  Às 20h30, os integrantes mostraram-se uniformizados pela maquiagem  branca no rosto e pela roupa preta imitando farda militar. Cada um  carregava no braço esquerdo uma faixa com seu nome artístico e  Whiplasher, com cap, batom vermelho e glitter prata em volta dos olhos,  envolveu a bota esquerda com uma tira de fita isolante prateada.</p>
<p>Na turnê <em>Night Electric Night</em>, que passou pelo México,  Argentina e agora Brasil, a música de abertura não deixaria de ser a  faixa que dá título ao terceiro álbum e ao ciclo de shows. Logo na  primeira execução, o vocalista Whiplasher provou do calor brasileiro e  acabou se livrando do casaco. Com a agitação do cantor, o glitter  rapidamente se espalhava pela roupa umedecida de suor. Sem temer a  euforia dos fãs, o Whiplasher descia à ponta do palco e se permitia ser  tocado nas pernas e, inclusive, no fecho da calça. Isso o animou a ponto  de passar a rebolar em músicas como<em> Babylon</em>.</p>
<p><strong>Desenvoltura</strong></p>
<p>Para uma boa apresentação, não são necessários grandes investimentos  em cenário e efeitos especiais. A simpatia do grupo sueco era  demonstrada ao remeter olhares à platéia, ao conversar com o público  antes de iniciar uma música e ao pedir palmas – até mesmo o baterista  Bone, escondido aos fundos, estendia as baquetas para cima. Os  guitarristas e baixista, de cabelos compridos e pretos, “bangueavam” e,  juntos, davam ritmo às constantes mãos que subiam aos gritos de “hey”,  às vezes confundido com “hail” enquanto Whiplasher batia continência aos  fãs.</p>
<p>As pequenas histórias contadas pelo vocalista ao anunciar a seguinte  música variavam. Todos os comentários mencionavam o título, mas mais  intrigante foi quando o cantor disse que, no Brasil, a predominância de  cor de cabelo era escura. “Na Suécia, a maioria das pessoas é loira. As  meninas de lá são muito vaidosas, adoram se mostrar pelas ruas. Às  vezes, eu tenho vontade de destruí-las”, comentou sorrindo. E assim, o  grupo iniciou <em>Blood Stains Blondes</em>. Não fica atrás, no entanto, o  momento em que a banda anunciou <em>Mark of the Gun</em>, convidando a  platéia a saber mais sobre “as trevas”.</p>
<p>No fim do show, todos cediam ao calor: Skinny ficou sem camisa,  enquanto os demais preferiram só desabotoar. O bis contou com <em>Death  Dies Hard</em> – música que mais provocou frenesi entre os paulistanos –,  <em>The Revolution Exodus</em>, <em>The Last Ammunition</em> e, enfim, <em>Play  God</em>. Como agrado, foi customizada uma bandeira do Brasil com o  círculo azul substituído pelo símbolo da banda. Como lembrança, o  guitarrista Cat entregou sua palheta logo nas primeiras músicas, Bone  arremessou suas baquetas em direção aos camarotes e Whiplasher, para a  surpresa de todos, entregou seu cap ao público próximo ao palco. Sem  dúvida alguma, o show que durou aproximadamente 1h30 teve seu valor  justamente pela energia, sincronia e pela amizade – entre os músicos e  os fãs e dentro da própria banda.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cultureftw.wordpress.com/2010/06/01/a-is-for-absolute/"><img src="http://img.youtube.com/vi/VRo5PSRryFY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Setlist</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;">Night  Electric Night<br />
Motherzone<br />
Semi-Automatic<br />
Mark of the Gun<br />
Arclight<br />
New Dead Nation<br />
Babylon<br />
Tongues<br />
The Fuel Ignites<br />
Damn Me<br />
Chertograd<br />
Blitzkrieg!<br />
Blood Stains Blondes<br />
Cyanide<br />
Trinity Fields<br />
Death Dies Hard<br />
The Revolution Exodus<br />
The Last Ammunition<br />
Play God</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/90/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=90&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">IMG_1888 by Alexandre Cardoso.</media:title>
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		<title>Efeito placebo num show esbranquiçado</title>
		<link>http://cultureftw.wordpress.com/2010/04/20/efeito-placebo-num-show-esbranquicado/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 01:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem querer estagnar, a banda inglesa Placebo deixa alguns fãs nostálgicos decepcionados foto de Daigo Oliva Gente berrando para garantir seu lugar na fila: “Sai! Eu estou aqui desde meio dia!”; pessoas sentadas ao redor da fonte e sobre as calçadas do Credicard Hall, na noite de sábado, 17. Depois de três anos, a banda [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=87&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><strong><em>Sem querer estagnar, a banda inglesa Placebo deixa alguns fãs nostálgicos decepcionados</em></strong></p>
<p style="text-align:left;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4054/4531487236_ddde5b6bb8.jpg" alt="" width="449" height="287" /></p>
<p>foto de <a href="http://cameragun.blogspot.com/2010/04/placebo-abril2010.html" target="_blank">Daigo Oliva</a></p>
<p style="text-align:left;">Gente berrando para garantir seu lugar na fila: “Sai! Eu estou aqui desde meio dia!”; pessoas sentadas ao redor da fonte e sobre as calçadas do Credicard Hall, na noite de sábado, 17. Depois de três anos, a banda inglesa Placebo volta para o Brasil com baterista novo, Steve Forrest, e participação especial de Fiona Brice no teclado, theremin, violino e vocais de apoio.</p>
<p style="text-align:left;">Reunindo 4 mil espectadores, o show foi aberto pela banda paulistana Superdose. As músicas próprias, como Cidade Luz, eram composições em português anunciadas com clichês do tipo “essa é para a galera do rock’n’roll”. É óbvio. Ainda que os telões do local anunciassem um show do cantor Belo, durante os intervalos, ali estavam reunidos milhares de fãs que representavam a antiga fase do Placebo, mais <em>dark</em>, e a atual, segundo os próprios artistas, mais pop e leve.</p>
<p style="text-align:left;">Quem comprou Platéia Premium, apesar de estar mais perto do palco, não foi tão feliz assim: o preço relativamente próximo do oferecido pela Platéia Comum fez com que bastante gente preenchesse o espaço. Mas quem permaneceu do lado esquerdo do palco pôde contemplar com mais facilidade a figura menos andrógina de Brian Molko, que começou o show pontualmente, às 22 horas. O cantor de 37 anos e pai de Cody, com a intensidade do lápis de olho reduzido e batom mais discreto, já não mais se preocupa em reduzir sua virilidade. <em>Battle for the Sun</em> (2009) é um álbum de mudanças, de elevação dos ânimos baixos carregados há mais de dez anos.</p>
<p style="text-align:left;">A simplicidade do show não esteve somente no figurino predominantemente branco, senão pela camisa de Molko e as vestes dos músicos de apoio (Nick Gavrilovic e Bill Lloyd). O jogo de luzes variou entre o branco, vermelho, amarelo e azul. Fiona, de vestido branco e cabelos loiros, ao ser iluminada pela luz alva, fazia inveja ao anjo Gabriel em representações d’A Anunciação. A energia ficou concentrada no baixista Stefan Osdal.</p>
<p style="text-align:left;">Os fãs de coturno, calça de couro e maquiagem preta não conseguiram achar ali o mesmo Placebo de 1994. “Joguei meu dinheiro no lixo”, um deles se pronunciou, no fim de exatos 90 minutos de show. Mas os gritos não foram menores por isso. A apresentação, iniciada com <em>For what is worth</em>, ganhou mais ânimo em <em>Battle for the Sun</em>, quando, aos pulos, a platéia cantava junto aos versos repetitivos. As músicas dos outros álbuns foram escolhidas na intenção de agradar a todos: <em>Every You Every Me</em>, <em>Special K</em> e <em>Special Needs</em> foram as mais acompanhadas. Destas composições antigas, a única que deixou a desejar foi <em>Meds</em>, iniciada em marcha lenta e finalizada no mesmo, senão pelo dedo que Molko levou à boca e à loucura dos fãs.</p>
<p style="text-align:left;">A acústica do Credicard Hall ajudou a performance da banda. Bem reproduzidas ao vivo, as músicas não abalaram Molko, que manteve sua voz idêntica às gravações em estúdio. Sem muito interagir com o público, como de costume, o vocalista só fez comentários sobre a música <em>Speaking in tongues</em>, quanto a programas de televisão que mostram pastores “possuídos por Jesus”, e pediu para que o público cantasse ainda mais alto em<em> The Bitter End</em>, uma das músicas finais.</p>
<p style="text-align:left;">O show agradou, mas falhou no exagero de simplicidade visual (telão com videoarte) e por não conseguir sobrepor a nostalgia dos fãs. Mais que o preço, um dos motivos que minguou a platéia foi o temor de perder de vista a antiga imagem do Placebo: um Molko andrógino, de vestido e batom vermelho, e a melancolia de músicas como <em>Blind</em>, <em>Sleeping with ghosts</em> e <em>Without you I’m nothing</em>. Esse toque mesmo só foi levemente atenuado com <em>Follow the cops back home</em>.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cultureftw.wordpress.com/2010/04/20/efeito-placebo-num-show-esbranquicado/"><img src="http://img.youtube.com/vi/JJzfDTDpCQU/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:left;"><strong>SETLIST</strong></p>
<p style="text-align:left;">1- For What It’s Worth<br />
2- Ashtray Heart<br />
3- Battle For The Sun<br />
4- Soulmates<br />
5- Speak In Tongues<br />
6- Follow The Cops Back Home<br />
7- Every You Every Me<br />
8- Special Needs<br />
9- Breathe Underwater<br />
10- Julien<br />
11- The Never-Ending Why<br />
12- Bright Lights<br />
13- Devil In The Details<br />
14- Meds<br />
15- Song To Say Goodbye<br />
16- Special K<br />
17- The Bitter End<br />
<strong>Encore</strong><br />
18- Trigger Happy<br />
19- Infra-red<br />
20- Taste In Men</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/87/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=87&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lidia Zuin</media:title>
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		<title>Deathstars: conheça a banda de rock industrial que virá ao Brasil em maio</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 04:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rock]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de trazer Primal Fear, Grave Digger, Moonspell e Tiamat, a casa paulistana Carioca Club anuncia show da banda sueca de industrial rock Deathstars. Nesta única apresentação no Brasil, o grupo promoverá o mais novo álbum Night Electric Night, lançado em janeiro do ano passado, quando completaram 8 anos de carreira. Produzido em Estocolmo, o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=76&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://cultureftw.files.wordpress.com/2010/03/deathstars_v_by_givethemhorns.jpg"></a><a href="http://cultureftw.files.wordpress.com/2010/03/deathstars_v_by_givethemhorns.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="Deathstars_V_by_GIVEthemHORNS" src="http://cultureftw.files.wordpress.com/2010/03/deathstars_v_by_givethemhorns.jpg?w=500&#038;h=345" alt="" width="500" height="345" /></a></p>
<p>Depois de trazer Primal Fear, Grave Digger, Moonspell e Tiamat, a casa paulistana Carioca Club anuncia show da banda sueca de industrial rock <a href="http://www.deathstars.net/">Deathstars</a>. Nesta única apresentação no Brasil, o grupo promoverá o mais novo álbum Night Electric Night, lançado em janeiro do ano passado, quando completaram 8 anos de carreira.</p>
<p>Produzido em Estocolmo, o cd bem demonstra as diferenças de uma banda que em 1993 tocava death metal, identificando-se como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lyoYO-5N3aw">Swordmaster</a>. De lá para cá, a formação manteve-se intacta senão pela saída do guitarrista Erik Halvorsen (aka Beast X Electric). Sendo assim, Deathstars são o vocalista Andreas Bergh (aka Whiplasher Bernadotte), os guitarristas Emil Nödtveidt (aka Nightmare Industries) e Eric Bäckman (aka Cat Casino), o baixista e vocal de apoio Jonas Kangur (aka Skinny Disco) e o baterista Ole Öhman (aka Bone W. Machine).</p>
<p>A banda possui em sua discografia os álbuns de estúdio Synthetic Generation (2002), Termination Bliss (2006) e Night Electric Night (2009). Logo no primeiro trabalho, Deathstars definiu como hit a música Our God The Drugs, em que a voz arranhada e aguda (próxima da proposta de Dani Filth, de Cradle of Filth, banda com qual fizeram tour em 2005) se mistura a um vocal grave parecido com o de Till Lindemann (Rammstein) e ainda põe em conflito temáticas trazidas do metal com a ideologia cyberpunk presente na música industrial:</p>
<p><em>What do angels dream, do angels sleep, do demons dream of darkness deep?[…] It&#8217;s our God the Drugs; It&#8217;s a new world code of bliss dressed in skin.</em></p>
<p>Daí em diante, os outros dois álbuns não demonstraram o mesmo estilo de guitarra que em Synthetic Generation. Em Night Electric Night, que estava em preparação desde 2007, alguns fãs consideram que se perdeu o peso original que a Deathstars inseria em suas composições no início da carreira. A faixa que dá título ao cd muito se assemelha às músicas do grupo inglês Cradle of Filth, especificamente com a melodia de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=49ZJqqrr6jk&amp;feature=related">Her ghost in the fog</a>.</p>
<p>No entanto, Death dies hard, que ganhou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CWUmw2ITaFA&amp;feature=related">videoclipe</a>, possui um refrão cativante por reforçar a base repetida ao longo da música. Repetindo o pessimismo na letra, esta faixa torna-se mais interessante justamente pelo vídeo, preenchido por uma estética típica da cena industrial, seja pelo cenário de uma metrópole preenchida de publicidade luminosa e prédios grandes ou pela estética dos artistas.</p>
<p>O figurino adotado pelos integrantes da Deathstars é típica e vastamente explorado por bandas relacionadas, como a italiana Dope Stars Inc – que até poderia ser considerada a irmã mais nova e mais pop – e Marilyn Manson, o antichrist superstar. O cap, a maquiagem, as lentes e até mesmo a farda demonstrados no clipe já são elementos explorados pelo astro grotesco em clipes como Fight Song e em alguns photoshoots dos anos 1990. Obviamente, esta combinação não é original do artista que regravou sucessos como Sweet Dreams e Tainted Love, a eslovena Laibach já adotava o estilo em 1980. As roupas e acessórios  militares e fetichistas fazem parte da estética da música industrial, gênero de música eletrônica surgido nos anos 1970.</p>
<p>Outro aspecto visível pelo clipe de Death dies hard é o glamour evocado pelas mulheres. Esse costume vem desde o – literalmente – Glam e Hard Rock, gêneros que também abusavam das calças de couro justas, de maquiagens extravagantes e de vozes escandalosas. Afinal, os cabelos e cores vinham do Twisted Sister, a androginia de Axl Rose e de David Bowie, sendo estes dois últimos considerados galãs de uma era. Trazer as figuras femininas para a ostentação do homem recomposto é uma proposta bastante comum ao Manson que, apesar da polêmica aparência, já namorou a dançarina Dita Von Teese e as atrizes Evan Rachel Wood e Stoya.</p>
<p>Afinal de contas, apesar de levantar sobrancelhas e contorcer os lábios de alguns espectadores e ouvintes, bandas como Deathstars acabam por seguir a filosofia de Patricia Morrison, ex-baixista da banda Sisters of Mercy, atualmente casada com Dave Vanian, do The Damned: “Acho que tenho um gosto bastante eclético. Gosto muito da música dos anos 60, da psicodelia. […] O glamour. Isto é o que eu sempre gostei mais. A cena gótica se divide em várias vertentes, algumas parecem mais grotescas, outras mais pesadas, mas eu gosto do glamour” (do The Tiki Nightmare DVD).</p>
<p>Data: 30/05/2010</p>
<p>Local: <a href="http://www.cariocaclub.com.br/">Carioca Club</a></p>
<p>Preço: a partir de 30 reais (pista, meia entrada)</p>
<p>Onde comprar: <a href="http://www.ladysnake.com.br/">Lady Snake</a> e <a href="http://www.ticketbrasil.com.br/rock/hard-rock/deathstars-carioca-club.html">Ticket Brasil</a></p>
<p><a href="http://cultureftw.files.wordpress.com/2010/03/deathstars.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-78" title="panfleto" src="http://cultureftw.files.wordpress.com/2010/03/deathstars.jpg?w=199&#038;h=300" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/76/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=76&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Doomsday for the win!</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 21:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[É conspiração? Doomsday foi  lançado em 2008, mas chegou logo agora ao Brasil, junto da gripe suína! Quando um vírus mortal ataca a Inglaterra, o governo se vê forçado a isolar a praga em uma região, construindo um muro ao redor da cidade. 30 anos de isolamento depois, o vírus ataca novamente. Cabe ao governo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=72&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>É conspiração?</strong><br />
<em>Doomsday foi  lançado em 2008, mas chegou logo agora ao Brasil, junto da gripe suína!</em></p>
<p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 229px"><a href="http://www.badtaste.it/badposter/wp-content/myfotos/doomsday/doomsday_8.jpg"><img src="http://www.badtaste.it/badposter/wp-content/myfotos/doomsday/doomsday_8.jpg" alt="trailer" width="219" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">trailer: http://www.youtube.com/watch?v=mJMjiCxHLdg</p></div>
<p>Quando um vírus mortal ataca a Inglaterra, o governo se vê forçado a isolar a praga em uma região, construindo um muro ao redor da cidade. 30 anos de isolamento depois, o vírus ataca novamente. Cabe ao governo escolher uma equipe de especialistas para entrar na área proibida atrás de uma cura.</p>
<p><strong>Informações Técnicas</strong><br />
<span style="text-decoration:underline;">Título no Brasil:</span> Juízo Final<br />
<span style="text-decoration:underline;">Título Original:</span> Doomsday<br />
<span style="text-decoration:underline;">País de Origem:</span> Inglaterra / EUA / África do Sul<br />
<span style="text-decoration:underline;">Gênero:</span> Ação<br />
<span style="text-decoration:underline;">Tempo de Duração:</span> 105 minutos<br />
<span style="text-decoration:underline;">Ano de Lançamento:</span> 2008<br />
<span style="text-decoration:underline;">Estréia no Brasil:</span> 21/08/2009<br />
<span style="text-decoration:underline;">Site Oficial:</span> http://www.doomsdayiscoming.com<br />
<span style="text-decoration:underline;">Estúdio/Distrib.:</span> Europa Filmes<br />
<span style="text-decoration:underline;">Direção:</span> <a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%4e%65%69%6c%20%4d%61%72%73%68%61%6c%6c.html">Neil Marshall</a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Elenco</strong></span><br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%43%61%72%79%6e%20%50%65%74%65%72%73%6f%6e.html">Caryn Peterson</a> &#8230; Vagrant Girl<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%41%64%65%6f%6c%61%20%41%72%69%79%6f.html">Adeola Ariyo</a> &#8230; Nurse<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%45%6d%6d%61%20%43%6c%65%61%73%62%79.html">Emma Cleasby</a> &#8230; Katherine Sinclair<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%43%68%72%69%73%74%69%6e%65%20%54%6f%6d%6c%69%6e%73%6f%6e.html">Christine Tomlinson</a> &#8230; Eden Sinclair<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%56%65%72%6e%6f%6e%20%57%69%6c%6c%65%6d%73%65.html">Vernon Willemse</a> &#8230; David / Gimp<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%50%61%75%6c%20%48%79%65%74%74.html">Paul Hyett</a> &#8230; Hot Dog Victim<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%44%61%6e%69%65%6c%20%52%65%61%64.html">Daniel Read</a> &#8230; Sergeant #1<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%4b%61%72%6c%20%54%68%61%6e%69%6e%67.html">Karl Thaning</a> &#8230; Pilot<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%53%74%65%70%68%65%6e%20%48%75%67%68%65%73.html">Stephen Hughes</a> &#8230; Soldier #1 / Johnson<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%4a%61%73%6f%6e%20%43%6f%70%65.html">Jason Cope</a> &#8230; Wall Guard<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%52%79%61%6e%20%4b%72%75%67%65%72.html">Ryan Kruger</a> &#8230; Soldier<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%4e%61%74%68%61%6e%20%57%68%65%61%74%6c%65%79.html">Nathan Wheatley</a> &#8230; Patient &#8220;X&#8221;<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%43%65%63%69%6c%20%43%61%72%74%65%72.html">Cecil Carter</a> &#8230; DDS Assault Trooper<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%4a%65%72%65%6d%79%20%43%72%75%74%63%68%6c%65%79.html">Jeremy Crutchley</a> &#8230; Richter<br />
<a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.%52%68%6f%6e%61%20%4d%69%74%72%61.html">Rhona Mitra</a> &#8230; Maj. Eden Sinclair</p>
<p style="text-align:right;"><span style="font-family:Verdana;color:#663300;font-size:x-small;">retirado de: </span>http://www.interfilmes.com/filme_19580_Juizo.Final-%28Doomsday%29.html</p>
<p>O que acontece se um vírus eclode na Escócia, matando milhares de pessoas? Não, elas não viram zumbis. Por mais que você se lembre de Resident Evil, a doença não é conspiração e a gripe suína nem estava aí quando o filme foi lançado (2008).</p>
<p>Com tanta gente infectada e morrendo, sem nenhuma possibilidade de cura, prevenção ou tratamento, a solução do governo é isolar o país com enormes muros que remetem à barreira romana. Quem entra e quem sai? Ninguém. Soldados atiram em quem insistir, mas com muita chantagem emocional, uma mãe consegue fazer com que os militares levem sua pequena Eden, recém atingida no olho por uma bala perdida.</p>
<p>A Inglaterra (e conseqüentemente todo o Reino Unido) está decadente lá pelo ano de 2035. E para piorar, o vírus Reaper está de volta. O governo inglês pretende tomar a mesma atitude escocesa, mas às escondidas, um dos líderes tem um plano: satélites conseguiram imagens de humanos no que já foi a Escócia. O problema é quem é que vai lá tentar achar os sobreviventes e, talvez, a cura com um tal de Kane? Pior: dentro de 48 horas. Sem problemas: temos uma femme fatale que mendiga cigarros e não liga muito para a vida. Além do mais, ela guarda uma única lembrança que a faz saber quem é: o endereço de sua casa, no país-fantasma em que, até então, jamais poderia ir.</p>
<p>E lá vai Major Sinclair, no “pretinho básico”, com o tapa-olho sistemático por debaixo de uma armadura supertecnológica. Ninguém se lembrou do veterano de guerra Solid Snake? Ninguém se lembrou da couraça do Raiden em Metal Gear 4? Tudo bem, a gente releva. O que às vezes é seu olho, também é uma câmera que registra num relógio tudo aquilo que “vê”.</p>
<p>Junto de uma equipe, Major Sinclair procura sobreviventes em Glasgow. Um dos parceiros, derretido por uma garota fragilizada, sai do tanque e a captura. Muito esperta, a “vítima” escapa e em agradecimento lhe corta a jugular. Bem,</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 249px"><a href="http://images.starpulse.com/Photos/Previews/Doomsday-movie-05.jpg"><img src="http://images.starpulse.com/Photos/Previews/Doomsday-movie-05.jpg" alt="A garota do chefe" width="239" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">A garota do chefe</p></div>
<p>antes disso, já vimos bastante sangue, bastantes crânios explodindo com tiros, dedos esmagados contra portões e vale lembrar que a classificação é de 14 anos. Também não deixemos de lado o fato de que nossa querida pátria tirou trinta minutos do filme Halloween para baixar a classificação para 16 e não tem nem metade da violência que há em Juízo Final.</p>
<p>A partir daí que começa a esquentar. A equipe descobre que não havia um ou dois sobreviventes, mas uma legião de&#8230; aborígepunks. Muito parecidas com os de Johnny Mnemonic (1995, Robert Longo), essas pessoas têm cabelos coloridos, moicanos e tatuagens tribais por todo o corpo atacam os soldadinhos hi-tech que vieram da caixa de bonecos de ação Inglaterra. Seu líder, a grande estrela do sistema solar, é um misto de Billy Idol com Iggy Pop. Sol é sádico, psicopata e mantém um escravo em roupas de látex. “Você gosta de sentir dor?” A Major, depois de levar vários socos no estômago, tem o brinco arrancado pelos dentes de Sol. O sangue só durou naquela cena mesmo.</p>
<p>Presa e sem armas, o que a Major poderia fazer? Lá fora, a festa rolava ao som de Spellbound, de Siouxsie and the Banshees. O líder político-ideológico pseudo-Inca era mais um rockstar com suas groupies dançando semi-nuas que qualquer outra coisa. O panis et circensis são punks de kilt fazendo paródia patriótica. Eles descobriram que há vida por detrás dos muros! Eles descobriram que a Major parece a Aeon Flux (Karyn Kusama, 2005) e eles vieram do</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 222px"><a href="http://moviestudio.files.wordpress.com/2008/10/doomsday3oy7.jpg"><img src="http://moviestudio.files.wordpress.com/2008/10/doomsday3oy7.jpg?w=212&#038;h=297" alt="Sol, o líder surtado" width="212" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Sol, o líder surtado</p></div>
<p>mesmo filme! Então o pau vai comer. Kane, o cientista que mentiu para eles até agora, ia virar refeição para o povo. A garota do chefe é quem faz as honras ao acender a fogueira sob o homem. Enquanto isso, Sinclair engana um guarda burro (sempre, né?) e escapa da cela.</p>
<p>Uma garota presa pede por socorro: mas por que uma Major como Sinclair vai soltar a loirinha a la t.A.T.u.? O motivo vem com a informação de que ela sabe onde está Kane e mais, que o cara é seu pai e que Sol é seu irmão. Família saudável, hm? As duas fogem e encontram os parceiros de Sinclair que sobreviveram ao ataque. Também acham um amigo, um pseudo-Legolas. Por quê? Bem, enquanto Sinclair e os outros carregam metralhadoras e um olho cibernético, o tio aí usa arco e flecha.</p>
<p>Aí começa a mindfuck. Se você imaginava um filme de futuro caótico, vai alegrar seu nerd medieval interior ou torturar seu geek futurista. As personagens caminham pelas gramíneas escocesas em busca de Kane. Pela floresta, Legolas, Aragorn e Sinclair são surpreendidos por nada mais e nada menos que um cavaleiro em sua armadura férrea. Sobre o cavalo, o carrasco de Kane ameaça os viajantes. Major opta pela redenção: claro, certamente ela vai chegar viva aos domínios de Kane.</p>
<p>Domínios de Kane? É, o velho que um dia foi Alex DeLarge mora num castelo, meus queridos. “Em terra de infectado, o imune é rei”. Ele juntou seus próprios servos, montou sua economia medieval, encarnou o Tolkien. Na sala principal, o sacerdote mexe num grande livro (Bíblia segundo Kane?). O rei dá a sentença: quem mandou eles virem e mostrar que existe algo além de suas palavras? Calabouço neles, arena nela. Major Sinclair de calça e blusinha versus cavaleiro de armadura, cavalo e lança. Lança e maça, para ser mais exato. Quem ganha sob as vaias da platéia? Nem conto, só deixo aspas: “Se eu perdi alguma coisa? Perdi o juízo”.</p>
<p>Castelo sendo atacado! Orcs, trolls, dragões? Que nada. O bandinho da Major foge e pega o mesmo atalho de antes, um túnel subterrâneo antes usado por militares. O que eles acham lá dentro? Um super carro sport para dar inveja em qualquer 007. Prático, normal. Também acharam rádios comunicadores. Mas a essa altura já se tinham passado aquelas 48 horas do prazo (ainda bem, né?).  Sinclair se comunica com alguém na Inglaterra, que já estava bastante ferrada pelo vírus . Dá um relatório geral.</p>
<p>Fugido dali, a milhares de quilômetros por hora em alguma rodovia, eis que surge um carro de polícia que quase deixa a Major no chinelo. Sol está lá dentro e traz reforços. O cara pula sobre o carro, mais dois invadem pelas janelas, atrapalham a motorista, desacordam a loirinha. É uma orgia thriller. Confesso que é até engraçado, remeteu-me um pouco Planeta Terror, de Robert Rodriguez. Ah! E ninguém perde o controle do carro, ok? O alinhamento foi feito há&#8230; uns trinta anos. Mas está tudo certo.</p>
<p>Depois de muito tentar se livrar de Sol, o punk surtado finalmente se ferra e morre esmagado por um carro. Fim da ópera: os ingleses vêm resgatar a equipe de Sinclair que se resume a um soldado e a loirinha sobrevivente. Ela vai embora, talvez virar vacina, a Major resolve voltar a ser Eden e visitar sua casa. Lá encontra uma foto de sua mãe e pela primeira vez mostra sentimentos (senão vontade de fumar): chora ao saber quão bonita ela era.</p>
<p>Se ela vai sair dali? Não! Está louco? Os aborígenepunks estão lá ainda, sem líder. Com a cabeça de Sol na mão, Sinclair se torna a rainha e assim termina a maior mescla de elementos que fazem um thriller bom: carro esporte, explosão de carros, mulher bonita, sangue, cabeças rolando, tiros, femme fatale, políticos, epidemias, multidões e um toque de clássicos (painel com cena de Metropolis, de Fritz  Lang). Eu dou cinco estrelas para um filme que nem precisou pôr seios e bundas!</p>
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		<title>Origem do Rockabilly</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 04:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto por: Lidia Zuin Revisão: Paula Bassi originalmente disponível e produzido para:  http://www.centrocultural.sp.gov.br/saiba_mais/musica_rockabilly_2009_07.asp O gênero surgiu quando a música produzida pela comunidade negra nas igrejas, com guitarra elétrica e percussão, saiu do ambiente sagrado e passou pelo blues, pelo boogie e demais estilos até se transformar no rock. O Rockabilly trouxe muitas influências da música [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=71&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">Texto por: Lidia Zuin</p>
<p style="text-align:right;">Revisão: Paula Bassi</p>
<p style="text-align:right;">originalmente disponível e produzido para:  http://www.centrocultural.sp.gov.br/saiba_mais/musica_rockabilly_2009_07.asp</p>
<p>O gênero surgiu quando a música            produzida pela comunidade negra nas igrejas, com guitarra elétrica            e percussão, saiu do ambiente sagrado e passou pelo blues, pelo            boogie e demais estilos até se transformar no rock. O Rockabilly            trouxe muitas influências da música country e western,            além do blues e o bluegrass &#8211; o cantor Carl Perkins costumava            dizer que o estilo era um &#8220;blues com uma batida country&#8221;.</p>
<p>Denominada um &#8220;pré-rock caipira&#8221;,            essa vertente tem sua história delineada pela inovação            do hillbilly (música country americana influenciada por composições            irlandesas) e como a nova música seria vendida. A origem do rockabilly            está muito relacionada a uma pequena gravadora na cidade de Memphis:            a Yellow Sun, de Sam Phillips, que mantinha uma linha de produção            composta apenas por artistas negros que tocavam blues, como as bandas            Chess in Chicago e RPM on The Coast. No entanto, quando Elvis Presley            procurou a Yellow Sun para gravar em homenagem a sua mãe a música            That&#8217;s All Right, por U$3,89, Sam abriu uma exceção. Mais            tarde, aquele desconhecido jovem branco seria coroado como Rei do Rock.            Depois disso, outros músicos brancos foram aceitos por Phillips:            Carl Perkins, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, Charlie Rich, Roy Orbison            (The Big O), Sonny Burgess, Warren Smith, Onie Wheeler e Malcolm Yelvington.</p>
<p>Apesar da cidade de Memphis, Tennessee,            ter se tornado a capital do rockabilly, no sul, mais artistas se aproximavam            do estilo. Na Califórnia, Ricky Nelson, graças ao seu            guitarrista James Burton, de Louisiana, passou a fazer parte dessa estatística            que, aliás, era predominantemente composta por homens &#8211; com exceção            da cantora e guitarrista Wanda Jackson.</p>
<p>Também conhecido como cat music,            o rockabilly era o subterfúgio de jovens que desejavam fugir            do padrão musical seguido pelos pais. E esse caminho era novo,            porque não chegava a se comparar ao primeiro hit rock, a canção            Rock Around the Clock, de Bill Haley and his Comets, nem com o som feito            pelos cantores Rou Acuff e Ernest Tubb: era, na verdade, uma fusão            desses artistas.</p>
<p>Tecnicamente, a sonoridade do rockabilly            segue um ritmo uptempo (acelerado), acentuadas batidas da percussão            e o slapped bass (efeito de vibração da corda do baixo            elétrico após ir de encontro aos trastes e à escala            do instrumento). Essas características foram bem demarcadas pelo            trio formado por Elvis Presley e Scotty Moore nas guitarras e Bill Black            no baixo. Não só esses instrumentos se inseriam na cena            rockabilly, mas também a bateria e o piano, bem representado            por Lewis.</p>
<p>Outro efeito inserido nas músicas            veio de experimentos realizados por Sam Phillips junto de Leonard Chess.            Em Chicago, os dois usaram canos e a acústica de um banheiro            para criar eco. Os críticos da época costumavam dizer            que o efeito ecoado era uma maneira de disfarçar falhas no vocal,            além de muitas vezes deixar a letra das músicas indecifráveis.</p>
<p>No entanto, as canções            rockabilly não tinham em suas palavras um grande significado.            Muito freqüentemente, os temas eram brincadeiras de criança,            marcas de roupa, rimas infantis e grandes abstrações que            chegavam a compor odisséias no espaço. Esses tópicos            podem ser conferidos em música como Put Your Cat Clothes On,            de Carl Perkins; Be-Bop-a-Lula, de Gene Vincent; Ooby Dooby, de Roy            Orbison; Tongue Fred Joll, de Charlie Feathers; Flyin&#8217; sauces Rock&#8217;n'Roll,            de Lee Riley and the Little Green Men.</p>
<p>Já o canto era basicamente composto            por espasmos, repetição de sílabas e vibrações            vocais, como em Baby Let&#8217;s Play House, de Elvis Presley. Outros artistas            como Buddy Holly, Freddy Fender e Narvel Felts também seguiam            esse estilo em seu canto.</p>
<p>O rockabilly montou sua imagem como um            representante da rebeldia e também do jovem espirituoso. Seu            início está marcado pela figura de Elvis, não somente            por sua qualidade como artista, mas pela notoriedade que conseguiu ao            redor do mundo. Sua maciça influência, presente até            os dias de hoje, levou Ricky Nelson, em 1957, a fazer um rockabilly            de subúrbio, levando consigo o repertório e o sorriso            de Elvis. Já Gene Vincent, um ano antes, preferia trazer de volta            o jovem Presley, com seu grande e brilhante topete.</p>
<p>O desaquecimento do rockabilly veio com            uma série de fatores envolvendo os maiores representantes da            cena: em 1958, Elvis entrou para o exército; o escândalo            do casamento de Jerry Lee Lewis com sua prima Myra Gale Brown de 14            anos; o acidente de carro sofrido por Carl Perkins, em 1956, e a queda            na venda da canção Blue Suede Shoes; o acidente de táxi,            em 1960, que provocou um grave dano numa das pernas de Gene Vincent            e a morte de Eddie Cochan, noivo da compositora Sharon Sheeley, que            também estava no veículo.</p>
<p>Quase todos os artistas voltaram a ter            a mesma vida de antes da fama. Sonny Burgess, por exemplo, passou a            trabalhar como caixeiro viajante. Outros quiseram voltar com a música            gospel e country e ainda havia os persistentes Billy Lee Riley e Warren            Smith, que se mantiveram no rockabilly. No fim, o rock ficou entregue            a bandas como Beatles, Elton John e Gary Stewart. Novas vertentes nasceriam            e mais músicos tornariam-se o sucesso de décadas e gerações.</p>
<p><span><br />
Fontes:<br />
GURALNICK, Peter in. The Rolling Stone Ilustrated History of Rock&#8217;n'Roll.            Rolling Stone Press, 1976-1980<br />
Rock &#8211; A música do século XX &#8211; Vol. 1</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/71/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=71&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sapo Banjo</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[texto: Lidia Zuin edição e revisão: Paula Bassi A banda Sapo Banjo foi formada em 1996, com a ideia de mesclar o gênero ska com outros estilos musicais, principalmente o hardcore e o ragga. Suas letras abrangem o despojamento típico do ritmo de origem jamaicana, mas também abordam questões políticas. O primeiro disco, lançado em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=65&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">texto: Lidia Zuin<br />
edição e revisão: Paula Bassi</p>
<p style="text-align:right;">
<p><img src="http://www.centrocultural.sp.gov.br/saiba_mais/imagens/musica_sapobanjo_2009_05-23.jpg" alt="" width="428" height="265" /></p>
<p>A banda Sapo Banjo foi formada em 1996, com      a ideia de mesclar o gênero ska com outros estilos musicais, principalmente      o hardcore e o ragga. Suas letras abrangem o despojamento típico do      ritmo de origem jamaicana, mas também abordam questões políticas.</p>
<p>O primeiro disco, lançado em 2001, é      homônimo à banda. Desse trabalho, foram produzidos videoclipes      para duas faixas: Evolução e Rude Boy. O mais recente, Carro      de Som, foi lançado em 2007 em comemoração aos 10 anos      de banda. Também foram gravados dois EPs, o Skataplá (1997)      e o Cassino (2004). O Sapo Banjo já fez várias apresentações      fora do Brasil &#8211; na Suécia, Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Argentina,      dividindo o palco com bandas como Millencolin, Voodoo Flow Schools, Garotos      Podres, Nação Zumbi, Dance of Days, entre outras.</p>
<p>O Skarnaval, festival que acontece todos os      anos uma semana antes do carnaval, no Hangar 110, é organizado pela      banda, que se apresenta no formato Sapobanjo &amp; Orquestra, reunindo músicos      que ajudam a compor o melhor do ska instrumental. Os garotos do Sapobanjo      também tocaram em outros grandes festivais, como o Bananada e o Sons      de uma noite de verão, no Sesc Pompéia.</p>
<p>O Sapo Banjo planeja lançar um DVD com      material de seus 13 anos de estrada.</p>
<p><strong>Repertório<br />
</strong><em>Letras e músicas por: Felippe Freire (Pipeta)</em></p>
<p>Cassino<br />
Sapo rastaman<br />
Balada<br />
Carro de som<br />
Ferrou<br />
Musica pra bailar<br />
Evolução<br />
Louco pirado<br />
Babylon<br />
Skaravana<br />
Monstro do rock<br />
Larga mão<br />
Vou te contar<br />
Coragem<br />
Skatarrone<br />
Skataplá<br />
Não sei<br />
Rude boy</p>
<p><strong>Veja também </strong></p>
<p><a href="http://www.fotolog.net/sapobanjo" target="_blank">fotolog.net/sapobanjo</a><br />
<a href="http://www.tramavirtual.com.br/sapobanjo" target="_blank">tramavirtual.com.br/sapobanjo</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/sapobanjo" target="_blank">myspace.com/sapobanjo</a><br />
<a href="http://www.fotolog.com.br/skarnaval" target="_blank">fotolog.com.br/skarnaval</a></p>
<p><strong>Vídeos no YouTube:</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=lB_GeHln1YM" target="_blank">Trecho      de Skataplá no show Mais sons de uma noite de verão, realizado      no Sesc Pompeia</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=q3XbvI9g7G0&amp;mode=related&amp;searc%20" target="_blank">Video      Clipe de Larga Mão de Treta ao Vivo no Hangar110</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=xEclk4sCnZs" target="_blank">Vídeo-história      da banda</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=2HknXAkhDD4&amp;mode=related&amp;search%20=" target="_blank">Carro      de som</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Mfmf6ZF15lU&amp;mode=related&amp;search%20=" target="_blank">Música      para bailar</a></p>
<p>Texto originalmente publicado em http://www.centrocultural.sp.gov.br/saiba_mais/musica_sapobanjo_2009_05-23.asp</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/65/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=65&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lívio Tragtenberg</title>
		<link>http://cultureftw.wordpress.com/2009/06/24/livio-tragtenberg/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[centro cultural são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[livio tragtenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[música clássica]]></category>

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		<description><![CDATA[texto: Lidia Zuin revisão e edição: Paula Bassi Apesar de suas apresentações terem sido inseridas na programação de música clássica do Centro Cultural São Paulo, Livio Tragtenberg transita por várias áreas, sendo como compositor, diretor de espetáculos multimídia ou produtor musical. Suas composições são direcionadas a orquestras, grupos vocais e instrumentais, cinema, vídeo, ópera, teatro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=63&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">texto: Lidia Zuin<br />
revisão e edição: Paula Bassi</p>
<p style="text-align:right;">
<p>Apesar de suas apresentações      terem sido inseridas na programação de música clássica      do Centro Cultural São Paulo, Livio Tragtenberg transita por várias      áreas, sendo como compositor, diretor de espetáculos multimídia      ou produtor musical. Suas composições são direcionadas      a orquestras, grupos vocais e instrumentais, cinema, vídeo, ópera,      teatro e dança, além da criação de instalações      sonoras. Seus instrumentos são clarinete, piano e saxofone, mas, por      ora, Tragtenberg está adotando o mouse para suas produções      de música eletrônica (apresentação do dia 28/05).</p>
<p>Criador da Nervous City Orchestra (Miami, 2005)      e das Orquestras de Músicos das Ruas em São Paulo (2004), Rio      de Janeiro (2009), Berlim e Miami, suas principais influências são      Augusto e Haroldo de Campos, Gilberto Mendes, Erik Satie, Frank Zappa e Adoniran      Barbosa. No campo cênico, vem desenvolvendo uma parceria com o coreógrafo      e diretor teatral austríaco Johann Kresnik. A obra de Livio também      pode ser encontrada em livrarias, com seus três livros técnicos:      Artigos Musicais, Contraponto &#8211; Uma Arte de Compor e Música de Cena.</p>
<p>Livio já recebeu duas bolsas de composição:      uma pela Guggenheim Foundation, para a ópera Tatuturema (1990), sobre      textos de Joaquim de Sousa Andrade (Sousândrade), e outra, a Bolsa VITAE      de Artes, para a ópera O Inferno de Wall Street (1987).</p>
<p>Os CDs OTHELLO, Hansel und Gretel/ Pasolini      Suíte, Anjos Negros, São Paulo, A Symphonia da Metrópole      (2000), Bazulaques Brasileiros, Temperamental (com Décio Pignatari,      1993), Através da Janela (trilha sonora do filme homônimo de      Tata Amaral), Brava Gente Brasileira (trilha do filme homônimo de Lucia      Murat), Coleção Novas Danças Brasileiras (2003), Orquestra      Mediterrânea (2005) e NEUROPOLIS (criação coletiva com      a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo, 2007) são      exemplos do trabalho de edição feito pelo músico autodidata      que, desde o início, teve convivência com a música popular,      jazz e música contemporânea.</p>
<p>As participações de Tragtenberg      em Oficinas-montagem repercutiram em espetáculos como, por exemplo,      24 Operas por dia (SESC Consolação, 2003) e Bailado do Deus      Morto (Oficina Oswald de Andrade, 1987 e 2007).</p>
<p>No ano passado, em 2008, Livio foi responsável      pela direção musical do espetáculo São Paulo de      Piratininsky, baseado em textos de Jacó Guinsburg, no Centro da Cultura      Judaica em São Paulo. Neste mesmo ano, também criou a instalação      sonora Jardim das 4 Têmperas, no Horto Florestal de Ouro Preto, Minas      Gerais. Como coordenador musical, participou da I e II Jornada Brasileira      de Cinema Silencioso, na Cinemateca Brasileira. Também criou a Berliner      Strassenmusiker Orchester.</p>
<p>Com o grupo Som do Meio Fio, que traz integrantes      da Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo, montou o show      Personas Sonoras, em que há uma interação entre artistas      franceses, israelenses e brasileiros, em aparição virtual. Recentemente,      lançou o show Guarania Beats, em que combina a música tradicional      paraguaia cantada e batidas eletrônicas noise. Livio também é      responsável pela criação da Blind Sound Orchestra, composta      por músicos cegos que reproduzem canções em filmes silenciosos      e, sendo assim, também atuou como curador musical da I Jornada de Cinema      Silencioso da Cinemateca Brasileira, em São Paulo.</p>
<p>No Centro Cultural, Livio Tragtenberg em três      concertos-conceitos apresenta composições de sua autoria. No      primeiro, dia 14/5, com a participação de sua irmã, a      cantora Lucila Tragtenberg, o músico trará peças para      voz com origem em textos de Haroldo de Campos, entre outros autores. Já      no segundo, dia 21/5, Livio dará mais enfoque às suas produções      na música eletrônica, contando com interações sonoras      como o ruidismo, soundcapes e colagens. No terceiro e último, dia 28/5,      há destaque para peças que englobam o Teatro Musical, tal qual      a conferência-paródia o q vc qr sr qnd crscr?.</p>
<p><strong>Veja também</strong></p>
<p>MySpace de Livio Tragtenberg:<br />
<a href="http://www.myspace.com/liviotragtenberg" target="_blank">myspace.com/liviotragtenberg</a></p>
<p>Alguns outros projetos do músico:<br />
<a href="http://www.myspace.com/somdomeiofio" target="_blank">myspace.com/somdomeiofio</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/strassemusik" target="_blank">myspace.com/strassemusik</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/blindsoundorchestra" target="_blank">myspace.com/blindsoundorchestra</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/orquestrademusicosdasruas" target="_blank">myspace.com/orquestrademusicosdasruas</a></p>
<p>Entrevista com o músico:<br />
<a href="http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2591,1.shl" target="_blank">http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2591,1.shl</a></p>
<p>Originalmente publicado em: http://www.centrocultural.sp.gov.br/saiba_mais/musicaclassica_liviotragtenberg_2009_05-14a28.asp</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=63&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>O filme que é exibido e gravado ao mesmo tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidia Zuin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre carvalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Idealizador do gênero esclarece as ideias de seu projeto texto e entrevista: Lidia Zuin edição: Paula Bassi Os atores Gus Stevaux e Tatiana Eivazian em cena do filme Fluidos CineVivo é uma experiência múltipla, em que aspectos televisivos, cinematográficos e teatrais se encontram. Entretanto, Alexandre Carvalho, criador do gênero, criador do gênero, moldou Fluidos, seu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=61&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><em><span>Idealizador do gênero esclarece as ideias de seu projeto</span></em></p>
<p style="text-align:right;"><em>texto e entrevista: Lidia      Zuin<br />
edição: Paula Bassi</em></p>
<p><span><img src="http://www.centrocultural.sp.gov.br/saiba_mais/imagens/cinema_cinevivo_2009_05-16a.jpg" border="1" alt="" width="428" height="265" /><br />
</span><span><em>Os atores Gus Stevaux e Tatiana Eivazian      em cena do filme </em>Fluidos</span></p>
<p>CineVivo é uma experiência múltipla,      em que aspectos televisivos, cinematográficos e teatrais se encontram.      Entretanto, Alexandre Carvalho, criador do gênero, criador do gênero, moldou Fluidos,  	seu primeiro longa-metragem no formato, de acordo com técnicas próprias do cinema.  	Assim, a performance dos atores é direcionada      à câmera, os enquadramentos são característicos      da linguagem e os espectadores assistem ao filme, que é ao vivo, em      uma sala de cinema.</p>
<p>É importante distinguir Cinema Vivo      de Cinema Ao Vivo. Este foi um projeto idealizado para o Festival do Rio,      em 2007, quando VJs, videoartistas e cineastas se reuniram no palco do Odeon,      para um remix experimental de imagens e sons.</p>
<p>Formado em cinema pela USP, Alexandre está      cursando mestrado em Interatividade. Tem como influência mestres do      cinema como o dinamarquês Lars Von Trier &#8211; por conta de suas experiências      com a linguagem cinematográfica -, o espanhol Pedro Almodóvar      e, da produção nacional, Fernando Meirelles e Chico Teixeira,      diretor do filme A Casa de Alice.</p>
<p>O filme <em>Fluidos</em>, produzido pela A.S.C.      AUDIOVISUAL, é ganhador do Edital Primeiras Obras, da Prefeitura Municipal      de São Paulo e se dispõe em quatro apresentações      e dois ensaios abertos.</p>
<p><span>Como funciona?</span><span><br />
A estética não conta com direção de arte, além      de utilizar pouca iluminação artificial. O diretor, entretanto,      faz a ressalva de que &#8220;poderia fazer um formato do CineVivo montado em      um set de filmagem&#8221;, o que não é a proposta de Fluidos. </span></p>
<p>Apesar de toda essa aproximação      com a realidade proposta pelo CineVivo, quase tomando um aspecto naturalista,      o filme vai contar com trilha sonora diegética (dentro do contexto      ficcional). &#8220;A trilha vai ser uma que poderia existir no próprio      lugar. Por exemplo, a música estar tocando no bar. Isso serve até      para não quebrar o aspecto cotidiano&#8221;. O conteúdo vai ser      essencialmente instrumental e as músicas surgirão em poucos      lugares.</p>
<p>Quanto aos aspectos técnicos, serão      utilizadas três câmeras e a transmissão será feita      por meio de cabos e por ar (método usado pela televisão em programações      ao vivo). Alexandre e sua equipe estão há seis meses pesquisando      os melhores métodos. A Internet 3G já foi cogitada, mas, como      apontou o diretor: &#8220;O problema é tanto estrutural quanto financeiro&#8221;.      Ele acredita que o conflito nem esteja tão relacionado ao financiamento,      mas à própria insuficiência da tecnologia disponível      no Brasil.</p>
<p>Haverá também cenas gravadas      previamente, as quais farão parte da narrativa. Os personagens se contextualizarão      em outros cenários, como num quarto. Estas são partes essenciais      quanto à temática do filme.</p>
<p><span>O enredo</span><span><br />
Fluidos quer mostrar o cotidiano de um Centro Cultural por meio de três      duplas de personagens interagindo em torno de uma mesma temática. Todas      as histórias falam sobre a atualidade do vídeo, da imagem gravada      por webcam, celular ou câmera escondida. Ou seja, a exposição      a que todos estão sujeitos. &#8220;Hoje, nossa vida está sempre      sendo gravada de alguma maneira&#8221;. Os vídeos pré-gravados      têm muito a ver com isso.</span></p>
<p>Não obstante, também serão      explorados conflitos de relacionamento. &#8220;É um filme bem contemporâneo,      no sentido da dificuldade que as pessoas têm com o afeto. Atualmente,      existe uma dificuldade de toque, de relacionamento. Tudo é muito momentâneo.      Acontece naquele momento e depois já é outra coisa.&#8221;</p>
<p><span>Os atores e os personagens</span><span><br />
Os três núcleos são formados por um casal escravo de seus      próprios fetiches (gravar suas relações sexuais), uma      mulher que apenas tem contato com seu marido através da internet e      um garoto que expõe sua vida na televisão, por meio de um programa      sensacionalista.</span></p>
<p>Todos eles se encontram fisicamente, mas as      histórias não se cruzam. Não há interferência.      Existe um roteiro a ser seguido e as falas são previstas para se encaixar      em 70 minutos de reprodução, &#8220;só que [o roteiro]      está sujeito ao imponderável do ao vivo, às interferências&#8221;.</p>
<p>Alexandre diz que os atores vão poder      agir livremente, mas sem perder o foco do enredo. &#8220;Existe um fio narrativo,      um sentido na história que não pode ser perdido. Mas eles vão      ter que lidar com qualquer interferência. Por exemplo, se alguém      interagir com a câmera, o ator vai ter que lidar com isso. Os atores      precisam de duas coisas: saber lidar com o &#8216;ao vivo&#8217;, com o momento, com o      tempo real e atuar para a câmera, que é o que interessa&#8221;.</p>
<p><span><br />
</span><span>De onde surgiu a ideia?</span><span><br />
Alexandre relaciona o CineVivo com os conceitos explorados em seu mestrado      em Interatividade. &#8220;Essa proximidade com o público é uma      forma de interatividade. (&#8230;) Inclusive, o Cinema Vivo não era, mas      vai ser minha dissertação agora&#8221;. O cineasta acrescenta      que já faz um tempo que a ideia formal do CineVivo surgiu: &#8220;Eu      lembro de, no ônibus, estar pensando: mas e se estiver acontecendo uma      cena aqui, ao vivo, e ao mesmo tempo passasse numa tela? Então, eu      me perguntava: quanto dinheiro vai precisar para isso?&#8221;</span></p>
<p>Apesar das ligações feitas com      o teatro, o cineasta afirma que não foi essa a sua intenção,      uma vez que não tem proximidade com a técnica regida pelas artes      cênicas.</p>
<p><span>Os espectadores</span><span><br />
Com o nascimento da ideia do CineVivo, Alexandre não havia surgido      também uma proposta quanto ao direcionamento de público. Tudo      começou com uma pesquisa relativa às pessoas que freqüentam      centros culturais. A partir daí, ele criaria ficções      de um cotidiano distinto que se enquadraria ao local analisado.</span></p>
<p>O cineasta não tem pretensões      quanto ao seu trabalho. &#8220;Eu acho que é uma experiência e      é assim que eu quero que as pessoas vejam&#8221;. Apesar disso, em um      ensaio realizado em espaço público, houve um mal entendido perante      uma cena mais sensual do casal de namorados que faz parte da trama. Por conta      disso, em junho, Alexandre se dispôs a abrir um debate no Centro Cultural      da Juventude para elucidar melhor seu trabalho.</p>
<p>&#8220;Como a gente está trabalhando      muito perto das pessoas, tudo serve para retratar o cotidiano. A gente está      buscando essa realidade, mas vai isolar o local, para não ficar avisando      um por um que é um filme. Às vezes, as pessoas não percebem      que tem câmera e entram nesse jogo de ficção. Eu não      sei exatamente o que acontece. Nem era nosso objetivo principal, o das pessoas      entrarem e não perceberem o que está acontecendo. Mas pelos      ensaios, a gente vê que está acontecendo&#8221;. Dessa forma,      os transeuntes acabam se tornando figurantes.</p>
<p>Originalmente publicado em: http://www.centrocultural.sp.gov.br/saiba_mais/cinema_cinevivo_2009_05-16a30.asp</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cultureftw.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cultureftw.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cultureftw.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cultureftw.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cultureftw.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cultureftw.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cultureftw.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cultureftw.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cultureftw.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cultureftw.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cultureftw.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cultureftw.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cultureftw.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cultureftw.wordpress.com/61/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cultureftw.wordpress.com&amp;blog=5712875&amp;post=61&amp;subd=cultureftw&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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